terça-feira, 28 de dezembro de 2010

MENSAGEM DE FIM DE ANO

Todo ano costumo me despedir ouvindo a música “Todo Ano Quero Paz no Coração” e portanto estou me despedindo do ano velho e dando boas vindas ao ano novo, com a música citada, no vídeo abaixo:


Para vocês escolhi o vídeo abaixo, um músical, que demonstra a união de um grupo de músicos de rua, que graça as novas Tecnologias de Comunicação foi possível a sua realização. Mas uma vez: Feliz e Próspero Ano de 2011 

Este vídeo encontrei primeiramente no Blog o Tijolaço (de Brizola Neto) e posteriormente no Blog Chá.com Letras (de Leila Brito)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

E SE TODOS OS DIAS DO ANO FOSSEM NATAL?

    A maior festa dos cristãos em todo o mundo é comemorada no dia 25 de Dezembro, o nascimento de Jesus Cristo, o Natal. Durante o mês de dezembro as pessoas começam a se preparar para este grande dia, montando árvores, enfeites e presépios; enviando cartões e mensagens natalinas por email ou telefone; declarações de Feliz Natal com abraços e apertos de mãos e troca de presentes. O espírito natalino contagia a todos e em toda parte, porque o Natal é celebração, comemoração, magia, alegria e festa.
      Nesta época as pessoas desejam amor, paz, saúde a familiares, amigos, vizinhos, colegas de trabalho e até, a desconhecidos. As atitudes de solidariedade, boa vizinhança, bondade, cumprimentos são bem atenuantes neste período mais do que em qualquer outro. Ficamos mais humanos, felizes, solidários, unidos, amigos e mudando a nossa maneira de ser do restante do ano.

     Alguns dias após o Natal vêm o início de um ano novo e as esperanças florescem em todos com a perspectiva de dias melhores com saúde, paz, amor e dinheiro no bolso. Passado as festas, tudo volta ao normal, à correria do dia a dia, o trabalho estafante, o estudo puxado, as discussões normais, o estresse e, aos poucos, o espírito natalino vai sendo esquecido e voltamos a ser os humanos normais.

    Agora imagine se em todos os dias do ano as pessoas vivessem o espírito natalino, como o mundo seria diferente. Teríamos mais paz, solidariedade, amor, esperança e assim poderíamos afirmar que Jesus vive em nossos corações todos os dias e não apenas no Natal. 

     Sei que é um sonho, mas se este sonho for compartilhado por muitos estaremos dando um grande passo para transformar a humanidade para melhor, menos individualista, egocêntrica e hipócrita.

     Que o espírito de Natal esteja sempre conosco em todos os dias do próximo ano, com certeza a nossa passagem por este mundo será mais agradável, feliz e harmoniosa.


     Feliz Natal para todos os dias do ano vindouro!

   OBSERVAÇÃO.: Esta mensagem me foi enviada como cartão de natal pelo meu amigo, ex-colega de colégio e também somos seguidores, um do outro, em nossos blog:


sábado, 18 de dezembro de 2010

EVOLUÇÃO DA MÚSICA BRASILEIRA

Triste realidade
Uma análise da evolução da relação de conquista e do amor do homem para a mulher através das músicas que marcaram época.
Não é saudosismo, mas vejam como os quarentões, cinquentões tratavam seus amores.



É por isso que de vez em quando vemos uma mulher nova enroscada no pescoço de um quarentão.

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Década de 30:
Ele, de terno cinza e chapéu panamá, em frente à vila onde ela mora, canta:

"Tu és, divina e graciosa, estátua majestosa! Do amor por Deus esculturada.
És formada com o ardor da alma da mais linda flor,
de mais ativo olor, na vida é a preferida pelo beija-flor...."

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Década de 40:
Ele ajeita seu relógio Pateck Philip na algibeira,escreve para Rádio Nacional e,
manda oferecer a ela uma linda música:

"A deusa da minha rua, tem os olhos onde a lua,costuma se embriagar. Nos seus olhos eu suponho,
que o sol num dourado sonho, vai claridade buscar"

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Década de 50:
Ele pede ao cantor da boate que ofereça a ela a interpretação de uma bela bossa:

" Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça.
É ela a menina que vem e que passa, no doce balanço a caminho do mar.
Moça do corpo dourado, do sol de Ipanema. O teu balançado é mais que um poema.
É a coisa mais linda que eu já vi passar."

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Década de 60:
Ele aparece na casa dela com um compacto simples embaixo do braço,
ajeita a calça Lee e coloca na vitrola uma música papo firme:

"Nem mesmo o céu, nem as estrelas, nem mesmo o mar e o infinito não é maior que o meu amor, nem
mais bonito. Me desespero a procurar alguma forma de lhe falar, como é grande o meu amor por você...."

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Década de 70:
Ele chega em seu fusca, com roda tala larga, sacode o cabelão,
abre porta pra mina entrar e bota uma melô jóia no toca-fitas:

"Foi assim, como ver o mar, a primeira vez que os meus olhos se viram no teu olhar....
Quando eu mergulhei no azul do mar, sabia que era amor e vinha pra ficar...."

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Década de 80:
Ele telefona pra ela e deixa rolar um:

"Fonte de mel, nos olhos de gueixa, Kabuki, máscara. Choque entre o azul e o cacho de acácias,
luz das acácias, você é mãe do sol. Linda...."

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Década de 90:
Ele liga pra ela e deixa gravada uma música na secretária eletrônica:

"Bem que se quis, depois de tudo ainda ser feliz. Mas já não há caminhos pra voltar.
E o que é que a vida fez da nossa vida? O que é que a gente não faz por amor?"

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Em 2001:
Ele captura na internet um batidão legal e manda pra ela, por e-mail:

"Tchutchuca! Vem aqui com o teu Tigrão. Vou te jogar na cama e te dar muita pressão!
Eu vou passar cerol na mão, vou sim, vou sim! Eu vou te cortar na mão!
Vou sim, vou sim! Vou aparar pela rabiola! Vou sim, vou sim"!

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Em 2002:
Ele manda um e-mail oferecendo uma música:

"Só as cachorras! Hu Hu Hu Hu Hu!
As preparadas! Hu Hu Hu Hu!
As poposudas! Hu Hu Hu Hu Hu!"

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Em 2003:
Ele oferece uma música no baile:

"Pocotó pocotó pocotó...minha éguinha pocotó!

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Em 2004:
Ele a chama p/ dançar no meio da pista:

"Ah! Que isso? Elas estão descontroladas! Ah! Que isso? Elas Estão descontroladas!
Ela sobe, ela desce, ela da uma rodada, elas estão descontroladas!"

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Em 2005:
Ele resolve mandar um convite para ela, através da rádio:

"Hoje é festa lá no meu apê, pode aparecer, vai rolar bunda lele!"

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Em 2006:
Ele a convida para curtir um baile ao som da música mais pedida e tocada no país:

"Tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha!!!
Calma, calma foguetinha!!! Piriri Piriri Piriri, alguém ligou p/ mim!"

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Em 2010:
Ele encosta com seu carro com o porta-malas cheio de som e no máximo volume:

" Chapeuzinho pra onde você vai, diz aí menina que eu vou atrás.
Pra que você quer saber?
Eu sou o lobo mau, au, au
Eu sou o lobo mau, au, au
E o que você vai fazer?
Vou te comer, vou te comer, vou te comer,
Vou te comer, vou te comer, vou te comer,
Vou te comer, vou te comer, vou te comer"

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Em 2011
Nem precisa de carro de som e nada:


Sábado na balada
A galera começou a dançar
E passou a menina mais linda
Tomei coragem e comecei a falar

Nossa, nossa
Assim você me mata
Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego

Delícia, delícia
Assim você me mata
Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego

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Em 2012
tchererê tchererê tchererê tchererê



Tche tchererê
Tche tche tchererê
Tche tche tchererê
Tche tche tchererê tche tche
Tche
Tche

Que hoje vai rolar
(bis)

Se você...me olhar...vou querer... te pegar...
E depois... namorar... curtição..., que hoje vai rolar

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SERÁ QUE AINDA É POSSÍVEL PIORAR?

OBSERVAÇÕ: esse texto me foi enviado pela minha amiga e seguidora do Blog : Selma Gois (Gigi)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Ironicamente Verdadeiras I

Pero Vaz de Caminha
Por Antônio Carlos Vieira

O adjetivo brasileiro na realidade significa a profissão de pessoas que trabalham com o Pau-brasil. Da mesma maneira que temos pedreiro, carpinteiro, marceneiro, etc. Na época da descoberta , essas árvores existiam na floreta atlântica que se estendia pelo litoral do Brasil. Praticamente toda a população da época estava envolvida na produção de madeira do Pau-brasil, daí o nome brasileiros.

Na descoberta do Brasil foi enviada uma carta ao Rei de Portugal e no final desta carta o escrivão, da frota (Pero Vaz de Caminha), pede um emprego para o sobrinho. Foi a primeira carta escrita e também o primeiro caso de Nepotismo nas terras brasileiras.

Embora o Brasil tenha sido descoberto em 1.500, a América só foi descoberta em 1547. Só que essas datas estão corretas. É que não se sabia que as terras descobertas era um continente mas, pequenas ilhas isoladas no Atlântico. Tanto é que o primeiro nome do Brasil era Ilha de Vera Cruz.

Em 1454, a bula Papal, editada por Nicolau V, dá aos portugueses a exclusividade para aprisionar negros para o reino e lá batizá-los. Quem autorizou a escravidão, dos negros, pelos portugueses em terras brasileiras, foi a Igreja!!!

Somos considerado a maior nação católica dos todos os tempos. O Brasil foi primeiro país a se utilizar da mão de obra escrava (dos negros) e o último a dá a liberdade. Oficialmente, foi em 1549, com Tomé de Souza, ao desembarcá no Bahia, que provavelmente vieram os primeiros escravos africanos para o Brasil. E foram libertos, pelo menos oficialmente, em 1888, com a Lei Áurea.

Com a criação e assinatura da Lei de Abolição da Escravatura os ex-escravos não receberam um centavo (clique aqui) e foram privados do acesso a terra, educação e saúde. Quem recebeu indenizações (do Estado) foram os ex-proprietários dos escravos!!!

Embora os escravos negros tenham trabalhado durante mais de 300 anos de graça (forçado é claro) nunca receberam doações de terras. Mas, para os colonos que chegavam da Europa (principalmente no Estado de Santa Catarina), mesmo antes de trabalhar um único dia, aqui no Brasil, já receberam lotes de Terra, ou seja, os que mais trabalharam foram os negros e os novos colonos que ainda não tinham trabalhado, um único dia, receberam terras!!!!!

Mesmo nos tempos atuais ainda se tenta dificultar o acesso de pobres, por coincidência a maioria são negros (clique aqui) a educação de qualidade. Será que sabem que uns dos fundadores e o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras foi um negro (Machado de Assis).
Textos relacionados:

BIBLIOGRAFIA:  

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

AJUDEI A DESTRUIR O RIO

Por Sylvio Guedes

Fonte: Jornal de Brasília


Sylvio Guedes, editor-chefe do Jornal de Brasília, critica o "cinismo" dos jornalistas, artistas e intelectuais ao defenderem o fim do poder paralelo dos chefes do tráfico de drogas. Guedes desafia a todos que "tanto se drogaram nas últimas décadas " que venham a público assumir:

EU AJUDEI A DESTRUIR O RIO

É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro. Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.

Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente.

Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon.

Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas
chefias e diretorias.

Quanto mais glamuroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco.

Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de
serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira, por extensão.

Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato.

Festa sem cocaína era festa careta.

As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto.

Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou. Onde há demanda, deve haver a necessária oferta. E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas.

Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam
cabeças de quem ousa lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.

Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é, digamos assim, tolerado.

São doentes os que consomem. Não sabem o que fazem. Não têm controle sobre seus atos. Destroem famílias, arrasam lares, destroçam futuros.

Que a mídia, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas três últimas décadas venham a público assumir:

"Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro."
Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes.

domingo, 5 de dezembro de 2010

A FÁBRICA DE BANDIDOS

Por Antônio Carlos Vieira

Observando a, situação atual, distribuição da população brasileira em relação a educação, terras e riquezas fica a seguinte pergunta: por que a grande maioria dos descendentes de africanos e dos nativos (índios) não tem terras para plantar, são maioria no grupo dos analfabetos, maioria dos delinquentes e geralmente são maioria no grupos dos desempregados ou possuem empregos de baixa renda? Melhor ainda: por que os fatos históricos que levaram a essa situação nunca são mostrados na imprensa (também nas escolas) e não são levados em consideração quando se combate o aumento dos crimes e aumento do analfabetismo?

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

PROCURANDO A SUPERIORIDADE!!! (Atualizado)

Neste final de semana estava eu no Shopping Center ( Central de Vendas) e tomei um susto ao parar em frente a uma loja de vender roupas. Em cima de um tabuleiro com diversas camisas da "POOL" tinha uma tabuleta escrita “TO SALLES”. Um adolescente (aparentando uns 16 anos de idade) olhou e falou: engraçado, antigamente quando se vendia uma peça se colocava a tabuleta escrito “VENDIDO” no produto e agora se escreve o nome do comprador!!!! Resolvi dar uma volta e encontrei uma outra loja que também vendia roupas, na entrada tinha um cartaz com a seguinte propaganda “use xxx é FASHION é moda”. Se for relacionar os nomes das lojas escritos em Inglês ou Francês iria ficar muito extenso!!!

Foi então que passei a lembrar de alguns causos (atualmente se usa a palavra CASOS): quando foi aprovado e regulamentado a Lei sobre as Centrais de Atendimento Telefônico, no dia seguinte, eu estava passando em frente a um bar e escutei durante o Jornal Nacional (Rede Globo) : foi regulamentada a lei das “CALL CENTER” (se pronuncia Cou center)!!! Outro fato de foi o Jornal O Globo OnLine, em certas ocasiões, escrever o nome do Brasil escrito desta maneira “BRAZIL” (clique aqui)!!! Onde trabalho esta em andamento a organização de um “WORK SHOPP” (amostra de trabalhos)!!!
Em uma conversa que tive com uma professora, de Inglês, eu perguntei :por que se comemorava o “HALLOWEEN” (Dias das Bruxas) em algumas escola particulares do Brasil? Ela me respondeu que precisamos conhecer outras culturas pra melhorar a nossa (cultura)!!! Então eu tornei a perguntar: e para conhecer as outras culturas é necessário se comemorar os dias festivos dessas outras culturas? Para um professor de Geografia perguntei :porque, cada vez mais, as pessoas estão incorporando tantas palavras inglesas ao nosso vocabulários? Ele me respondeu que as pessoas estão ficando mais inteligente e estão tentando aprender um idioma que seja mais fácil (eu não concordo com isso). Então ironizei fazendo outra pergunta: quer dizer que o sujeito pra se achar mais inteligente tenta aprender um idioma mais fácil? E tornei a perguntar: misturar os dois idiomas não irá tornar a coisa ainda mais difícil? Nós dois casos, dos professores, percebi que ambos deram uma respostas tentando esconder que valorizam mais o que os pessoas de outros países fazem do que nós próprios brasileiros fazemos e pensamos.
Adesivo utilizado nas eleições presidenciais do Brasil
Na minha opinião os principais fatores que as pessoas se utilizam de tantas palavra de idiomas estrangeiros (principalmente o Inglês) se dá pelos motivos:

a) por que acha que é bonito.

b) se sentem inferiorizado e por isso tentam falar e imitar costumes de outros países, do chamado Primeiro Mundo,  pensando que irão se tornar um cidadão mais superior (o tal problema do complexo de inferioridade do povo brasileiro).

c) a influências dos sistemas de informática, onde a grande maioria dos sistemas de informação e manuais utilizados são escritos em inglês.

Depois de se chamado de chato (várias vezes) e ter escrito esses texto também chato, só tenho a dizer até (aqui no Nordeste ainda se utiliza o inté) ou deveria dizer BYE BYE?

Depois de muito tempo encontrei este vídeo de um baiano chateado:


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

PRECISAMOS FICAR VISÍVEIS

O grande tema atual em nível nacional é referente aos Conselhos (de Educação, de Segurança, de Comunicação, etc.) e o grande problema é que a chamada Grande Imprensa estão denunciando como censura o interesse da sociedade de controlar os meios de comunicação existente. De acordo com a nossa constituição, a comunicação (não confundir com os equipamentos de comunicação) é um direito de todo cidadão e é considerado um direito universal pelos Direitos Humanos. Também , de acordo com a nossa Constituição Federal, é vedado a concentração e controle de diversos meios de comunicação por uma única família. Mas, como convencer todos os cidadãos brasileiros que a comunicação é um Direito Universal e está garantido na nossa Constituição Federal. Por que o cidadão não vê a comunicação como um dDireito Universal igual ao Direito a Saúde e ao Direito a Educação? 

Essa concentração dos meios de comunicação nas mãos de poucas famílias (e também em uma região) traz vários problemas. Todo o conteúdo apresentado irá ser de acordo (os proprietários irão ditar as normas) com a vontade e o que for de interesse dessas poucas famílias (clique aqui ) que controlam a comunicação.

Isso está levando o brasileiro a não ver, ouvir e falar o Brasil como ele realmente é.
Mesmo na Região sudeste (onde se concentram a grande maioria dos meios de comunicação), as pessoas estão perdendo a sua identidade. Basta ver a quantidade de expressões em inglês que se utiliza em todas as áreas do sociedade. Chegou ao cúmulo do Jornal O Globo (on Line) apresentar (em algumas ocasiões) o nome Brasil grafado com z (Brazil). No Jornal Nacional (TV Globo) chegou a ocultar informações (clique aqui) sobre o candidato à presidência de sua preferência (clique aqui).

Essa maneira de fazer comunicação é que está levando os brasileiros a tirarem conclusões erradas, até sobre si mesmo, por falta de informações de nós mesmos brasileiros. Como exemplo temos os nordestinos que passam tanto tempo vendo e ouvindo esses meios de comunicação, que geralmente só mostram a maneira de falar e viver das Regiões Sudeste-Sul, que estranham a própria maneira de falar, das músicas e tradições deles próprio

Nesse controle, pelos donos dos meios de comunicação, o brasileiro está conhecendo cada vez menos o seu próprio país, basta ver os as manifestações racistas e os argumentos utilizados por tais pessoas (clique aqui). Não estamos conseguindo ver a nossa música, nossa maneira de se vestir e o que fazem nossos representante.

Precisamos urgentemente ver o Brasil que precisamos e não sermos obrigados a ver o Brasil que os donos dos meios de comunicação (e seus patrocinadores) nos impõem censurando o que não gostam ou acham errados. 

Antônio Carlos Vieira
Licenciatura Plena - Geografia (UFS)

sábado, 13 de novembro de 2010

Incêndios em favelas e o surto racista (atualizado)

 
publicado, originalmente, em 8 de novembro de 2010 às 22h47m

          Há certos assuntos que revolver pode ser assustador porque quanto mais se cava, mais se encontra. Um desses casos é a questão do racismo e da xenofobia que crescem em São Paulo diante de todos – imprensa, polícia, Executivo, Legislativo, Judiciário e a própria sociedade – sem que providências de verdade sejam adotadas, pois o problema só faz crescer.
         É aterrador, o que vem agora. Aliás, leitores anteciparam que certa linha de pensamento sobre o assunto seria abordada neste espaço. Até porque, no antigo blog, o Cidadania.com, fora abordada episodicamente e, em seguida, abandonada por falta de convicção em sua consistência.
         Tudo mudou com o surto de racismo que explodiu em São Paulo. É assustador, mas as ações concretas empreendidas contra nordestinos pobres, favelados e negros podem não estar se restringindo só a insultos pelas redes sociais da internet ou a propostas de segregação racial documentadas e “assinadas” pelos autores.
          Não se pode dizer, em hipótese alguma, que os cães que ladram são os mesmos que mordem. Pode-se dizer, contudo, que por conta dos que ladram alguns podem estar sendo estimulados a morder.
          Uma breve pesquisa na internet revela que em 2009 contabilizaram-se cerca de 14 incêndios em favelas. (11 de janeiro, 11 de fevereiro, 10 de março, 17 de abril, 01 de maio, 26 de junho, 16 e 30 de agosto, 09 e 11 de outubro, 02 e 23 de novembro e 05 e 19 de dezembro). Todos em São Paulo. Em 2010, até setembro, com o incêndio da favela Real Parque, contabilizavam-se 53 incêndios.
Se os dados estiverem errados, será um prazer corrigir. Mas não deve ser muito diferente disso. Ao menos na internet não se acha facilmente dados diferentes. Quem tiver algum reparo ou correção a eles, fará um grande favor informando. Nem que seja para desmontar esta reflexão alarmante.
Mas, enfim, qual é o significado dessa contabilidade macabra? Há algum significado, aliás? É uma questão absurda ou estará ficando cada vez mais evidente que pode – e o que se está dizendo, apenas, é que meramente PODE – haver uma relação entre os fatos surto de racismo e incêndios recordes em favelas?
Parece crível que alguma coisa assim PODE estar acontecendo por conta de indícios mais do que consistentes. Não seria correto, porém, atribuir nomes de culpados. Seria uma irresponsabilidade e quem cometê-la pode comprar uma bela dor de cabeça. Contudo, isso não exclui a necessidade de haver mais investigação do que está havendo.
         Aliás, vamos dizer as coisas como elas são: é escandalosa a investigação pífia dos incêndios em favelas tanto quanto escandaliza a difusão de idéias literalmente fascistas que vinham sendo ditas abertamente até que surgisse o caso da tal estudante de Direito cujo nome nem é bom mais citar para não transformar uma garota destrambelhada em bode expiatório.
          Aproxima-se um ponto em que se as autoridades locais não demonstrarem maior empenho em investigar e punir os crimes supramencionados alguém terá que provocar o Ministério Público Federal e, obviamente, a Polícia Federal. Tomara que não seja preciso recorrer a essa alternativa em defesa da civilização de um Estado como São Paulo.
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Moradores de favela vivem ciclo de despejo como política pública

MARIANA FIX
ESPECIAL PARA A FOLHA
O Brasil é conhecido no exterior por sua experiência em urbanização de favelas e por ter uma legislação considerada progressista no campo do direito à cidade. Diversos municípios têm se dedicado, no entanto, a desenvolver uma tecnologia de “remoção” de favelas contrária aos direitos sociais.
Em São Paulo, a prática foi institucionalizada por Jânio Quadros (1985-88) com o nome de “desfavelização” e teve na gestão Maluf (1993-96) um dos seus casos mais emblemáticos: a expulsão de mais de 50 mil pessoas para a abertura da avenida Jornalista Roberto Marinho.
Nessas ações, os habitantes das favelas costumam enfrentar pressão e violência, e são forçados a abandonar rapidamente suas casas. Recebem ofertas como verba em dinheiro (o “cheque-despejo”), bolsa-aluguel ou passagens para mudar de cidade. Se tiverem chance de entrar em algum financiamento para habitação, precisarão aguardar em alojamentos por vários anos.
Na mira do trator, na verdade são geralmente empurrados para outras favelas, cada vez mais longe -frequentemente, em beiras de córregos ou nas margens das represas de abastecimento de água, protegidas por lei.
O destino não é casual. A lei de proteção ambiental retira aquelas terras do jogo imobiliário, que define o preço de cada pedaço da cidade quase sempre acima dos baixos salários que a maioria dos brasileiros recebe.
Nas margens da represa, sua presença é temporariamente tolerada por não interferir nos circuitos de valorização imobiliária, até serem novamente ameaçados de expulsão.
Na falta de alternativas, essa é a saída que encontram pedreiros, porteiros, vigias, domésticos e diaristas, entre muitos outros, para não ficarem mais longe do lugar no qual trabalham.
O problema aumenta quando, em vez de uma política ambiental, prevalece o discurso supostamente ecológico para criminalizar esses moradores, ignorando a lógica de produção social da cidade. Basta ver o panfleto “É crime”, recentemente distribuído pela prefeitura nas escolas aos filhos dos moradores do Jardim Pantanal.
É também grave quando obras como a ponte Octavio Frias de Oliveira absorvem todos os recursos da Operação Urbana, que deveriam ter sido repartidos com a habitação social na região da Água Espraiada. Uma enorme desproporção entre a rapidez para produzir grandes obras viárias e a demora em relação à moradia. Até hoje nenhuma foi construída.
Assim, as favelas não são eliminadas, como dizem, mas deslocadas para áreas de menor interesse imobiliário, onde a população vive em condições ainda piores.
São ciclos implacáveis de assentamento, despejo, reassentamento. Entre as consequências estão o aumento das disparidades sociais, a sobrecarga do sistema de transporte e o agravamento dos problemas ambientais e de saúde pública.
MARIANA FIX é arquiteta e urbanista.

OBSERVAÇÃO: esse texto foi retirdo do Blog da Cidadania de Eduardo Guimarães.

domingo, 7 de novembro de 2010

OS ESPERTALHÕES

Desde o início, das últimas eleições (2010), um fato me chamou a atenção. Lia em jornais e blogs que o Aécio Neves estava apoiando a Dilma Russef a candidata a Presidente (indicada por Lula). Só que comparando as ações do candidato a Senador Aécio Neves (foi eleito) e seu, pupilo, candidato a Governador de Minas Gerais (também eleito), Antônio Anastasia, antes do primeiro turno e depois do segundo turno, eu sempre fiquei com a impressão que os dois deram uma de espertalhões (ainda estou com esta impressão).
No primeiro turno o Aécio Neves pregava o voto “Dilmasia” (mistura de Dilma com Anastasia) e vivia falando loas sobre o presidente Lula e nunca se pronunciava a favor ou contra a candidatura de José Serra. Passado o primeiro turno, como os dois foram leitos, se empenharam em fazer campanhas abertamente contra a então candidata Dilma (eleita no segundo turno), participando dos programas eleitorais e fazendo passeatas junto com o Candidato José Serra (que foi derrotado).
Postei o vídeo abaixo, com uma sequência dos fatos:
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O MAPA DA DISCÓRDIA

Resultado das eleições por estado: 
Mapa copiado do Blog da Cidadania


 Resultado das eleições por municípios:

Mapa copiado do Jornal do Estado de São Paulo

Neta eleições, mais uma vez, se repetiu a inconformidade dos eleitores da Região Sul-Sudeste em relação ao resultado das eleições. A maioria do eleitorado, desta região, votou no José Serra e por isso externaram sua revolta da pior maneira possível. Colocaram para fora o ódio que possuem em relação aos nordestinos (esse sentimento já é antigo). Mas, observando a tabela abaixo é possível ver que mesmo sem computar só votos do Norte-Nordeste a Dilma venceria as eleições.
Mesmo nas regiões ,onde o José Serra venceu as eleições, a margem percentual na diferença, em sua grande maioria, são pequenas. Exemplo disso é que a diferença entre por José Serra contra a Dilma, no Rio Grande do Sul, foi de apenas 1%.

Tabela copiada do Jornal o Globo

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

ENTREVISTA COM A PRESIDENTE DO BRASIL

Para quem não teve oportunidade de acompanhar, na televisão, segue abaixo, as duas primeiras entrevistas da primeira mulher eleita presidente do Brasil:

Na Rede Record:
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No Jornal Nacional (Rede Globo): 

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terça-feira, 2 de novembro de 2010

BAIXARIA EM DEBATE

Nesta eleições ocorreram as baixarias e a chuva de boatos como sempre ocorrem em todas as campanhas (independentes do incentivo ou não dos coordenadores de campanha). Teve blogs a favor ou contra ambas as partes. Mas, o que mais chamou a atenção foram as baixarias vinda dos que estavam envolvido diretamente no Pleito Eleitoral. As acusações de terrorista, favor do aborto , falta de liberdade religiosa e outras vindas do próprio candidato José Serra e esposa (Mônica Serra) e do seu vice de foram os temas (não apresentaram Programa de Governo) que deram o mote de campanha do candidato. Só que passado a eleição, a coordenadora da campanha ,de José Serra , na internet, nega toda baixaria vinda do seu grupo político. Vejam no vídeo abaixo:
video
 

domingo, 31 de outubro de 2010

Dilma Rousseff, 36º presidente do Brasil


Não devo escrever muito. O momento é de os democratas comemorarem a vitoria da verdade sobre a mentira, da democracia sobre os vassalos da ditadura militar que ameaçaram retomar o poder por meio de um homem sem caráter, capaz de tudo para atingir objetivos pessoais.

Haverá muito, muito tempo para analisar o novo Brasil que não pára de surgir no horizonte. Agora é hora de comemorar. Comemore, pois. Escreva aqui o que quiser. O blog é seu. Você merece por ajudar este espaço a travar o bom combate com seu apoio, com sua leitura, sua repercussão.

Viva Lula!

Viva Dilma!

Viva a Democracia!

Viva a verdade!

Viva o Brasil!

Texto retirado do Blog da Cidadania


MENSAGEM ESPECIAL

Quero dar um agradecimento especial, a todos que visitaram este blog, pela vitória de mais uma batalha. Que esta sirva de estimulo e dê forças e esperança na luta em prol de um mundo melhor para todos. Muito Obrigado!!!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Tucano inventa cafetinagem eleitoral e revolta mulheres

Por Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania)

 Serra pediu às “meninas bonitas” brasileiras que facilitem as coisas para aquele homem entre 15 pretendentes que tiverem que vote no 45.
O candidato tucano não esclareceu o que elas devem fazer se os 15 decidirem votar nele para conseguirem, digamos, os “préstimos” delas.
Tenho 3 filhas e 1 neta – e também tive mãe, à diferença de alguns políticos. Uma filha de 28, outra de 24, outra de 12 e uma neta de 9.
Não são apenas as mulheres que sentiram-se ofendidas pelo candidato do PSDB à… PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Eu me ofendi muito.
Ofendi-me pelas minhas meninas, por minha mãe que já se foi, até. E por todas as brasileiras de qualquer idade, “bonitas” ou não.
Se tivesse um só homem que honrasse as calças que veste naquele comício em Uberlândia nesta 4a, em que esse sujeitinho disse isso, teria esmurrado o nariz dele.
Que tipo de homem pede que mocinhas – e só as “bonitas” – usem a si mesmas em seu benefício?
A palhavra cafetão lhe é perfeita. Além de mentiroso, fingido e covarde , agora sabemos que não há o que não faria para vencer.
Será que na imprensa brasileira não tem um só veículo com vergonha na cara para fazer uma ampla reportagem sobre essa vergonha?
Será que esse indivíduo conseguirá ter uma derrota menos do que acachapante no próximo domingo?
Do Correio do Brasil
O candidato tucano, José Serra, gerou uma nova onda de protestos na internet, no início da noite desta quinta-feira, por parte das mulheres que se sentiram ofendidas com o pedido do candidato, feito no encerramento do discurso em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, para uma plateia de cabos eleitorais e convidados. Ele apelou para que para as “meninas bonitas” busquem convencer os seus pretendentes masculinos a votar nele, principalmente na internet.
– Quero me concentrar agora no que vamos fazer até domingo. Temos que não apenas votar, temos que ganhar voto de quem está indeciso, voto de quem não está ainda muito decidido do outro lado – argumentou o candidato.
Segundo o candidato tucano, mulheres bonitas têm mais condições de cabalar votos para a aliança da direita.
– Se é menina bonita, tem que ganhar 15 (votos). É muito simples: faz a lista de pretendentes e manda e-mail dizendo que vai ter mais chance quem votar no 45 – completou.
A proposta caiu mal para as mulheres brasileiras que, no Twitter, alçaram o primeiro lugar nos trends (assuntos mais debatidos nas redes sociais) nacionais e terceiro lugar, em nível mundial, com as mensagens de protesto contra o candidato.
“Sou mineira e bonita, mas não tenho tenho vocação pra trabalho de bordel”, escreveu @fiz_mesmo, seguida de @velvetinha: “Credo, o Serra é antigo, que ideia mais triste, gente. Ele imagina as meninas coqueteando para ganhar votos. Perai, vou ali vomitar”.
Os protestos foram rastreados pela tag #serracafetao, que chegou ao terceiro lugar em nível mundial, no início da noite. O internauta @emrsn ponderou que “por muito menos o Ciro foi mega desacreditado pela imprensa”, e @purafor pergunta se esta seria uma proposta do candidato para se criar “um bordel a nível nacional”. Enquanto isso, @rodrigonc, que não deve passar dos 14 anos, aproveita para entrar na discussão, “só avisando às meninas bonitas do Twitter: podem me mandar DM (mensagem direta, na tradução do inglês) que a gente já pode negociar esse voto”.
O internauta @luisfelipesilva acirra o debate ao constatar que “não tem profissão mais ingrata do que ser marketeiro do Serra, haja gafe…”, mas coube à internauta @alessandra_st colocar o tom do protesto: “Serra desvaloriza a mulher e subestima eleitorado feminino em MG”, concluiu.

Texto original no endereço: 
http://www.blogcidadania.com.br/2010/10/tucano-inventa-cafetinagem-eleitoral-e-revolta-mulhres/

Aproveitem e escutem esta mensagem de Lula aos internautas:
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Este  vídeo foi retirado, gentilmente,  no Blog do Cloaca News

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

OS PROGRAMAS DE GOVERNO!!!

          Estamos na reta final da campanha presidencial do Brasil. É um fato importante e  que até agora o que não se viu foi justamente a discussão sobre os programas de governo. Na última semana do primeiro turno (uma verdadeira Chuva de Boatos clique) tivemos a entrada da igreja na campanha utilizando o tema do aborto (clique aqui) e também em relação a proibição de cultos religiosos em repartições públicas (clique aqui) (entre vários outros). 
          O que mais se falou, do final da semana passada até o início desta ,foram  a questão das bexigas de áqua jogadas na candidata Dilma em comiício realizado em Curitiba no Paraná(esse fato não saiu na rede globo) e a questão da bola de papel que atingiu a careca do José Serra em comício realizado noRio de Janeiro . Um verdadeiro fato, de interesse nacional, que pode ser visto no vídeo abaixo:
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          Neste vído abaixo, temos  uma analise feita pelas reportagens, sobre a bolinha que atingiu a careca do José Serra, feitas no Jornal Nacional (Rede Globo) e no Jornal do SBT:
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          Mas, antes desses fatos, importantíssimo para o destino da nação brasileira, ocorreu outros fatos, como a distribuição de panfletos em igrejas (e ainda continuam ocorrendo), condenando a candidata Dilma Russef, sobre a questão do aborto e que esses panfletos tinha o apoio da CNBB (Igreja). Veja vídeo abaixo:

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          Em muitas ocasiões, esses panfletos, estão sendo distribuídos com o apoio de alguns padres e setores da igreja. Só que me veio os seguintes questionamentos: os padres estão informando aos seus fieis quem está pagando por esses panfletos? Se são políticos, eles estão informados a seus fieis quem são esses políticos? Se não são políticos, os panfletos estão sendo pagos com dinheiro dos fieis (dízimo)? Quais os verdadeiros interesses desses padres em acusar Dilma Russef de ser a favor do aborto quando se sabe que a própria mulher de José Serra já praticou o aborto(clique aqui)? E tem a questão do próprio José Serra ter assinado autorizando alguns abortos pelo SUS (Sistema Único de Saúde), quando era Ministro da Saúde, no governo de Fenando Henrique Cardoso (FHC).

sábado, 23 de outubro de 2010

Dias que condensam décadas...

Uma análise que aponta o que fazer...


Dias que condensam décadas
O ódio deles tem razão de ser. E seus métodos, é lamentável dizer, tinham de ser esperados por nós. Era previsível que agissem assim. Esperamos uma direita civilizada, ao contrário de tudo que nos diz nossa história. Se tivéssemos compreendido isso no primeiro turno, deveríamos ter nos mobilizado e nos preparado para a hipótese do 2º turno. Estamos vivendo aqueles dias que condensam décadas. Dias que decidem o destino da Nação e do povo brasileiro. Os militantes têm que ganhar as ruas. As pesquisas têm indicado uma consolidação da preferência do povo brasileiro. Isso, no entanto, não nos autoriza a descansar um minuto que seja. O artigo é de Emiliano José.
A ilusão na política é uma péssima companhia. De modo geral, esse pecado é cometido não só pela incapacidade de an alisar a correlação de forças como também da ausência de conhecimento histórico. Há muito que comentar sobre essa campanha. Como o Serra conseguiu, de longe, ultrapassar o Collor no jogo baixo, sujo, próximo do gangsterismo, do banditismo, envolvendo não só o que o professor Giuseppe Cocco chamou de leilão das paixões tristes (machismo, sexismo, racismo), como também a montagem de um impressionante aparato clandestino de comunicação, um esquema nacional de telemarketing destinado a caluniar, mentir, difamar, tudo dirigido contra uma mulher, Dilma Rousseff.

Cito esses poucos exemplos, para não fazer uma longa lista, que não cabe aqui. Depois da volta das eleições diretas, é a campanha em que a direita joga mais sujo, e talvez nossas ilusões não permitissem antecipar essa possibilidade. Quem sabe confiássemos num jogo democrático, quem sabe de alto nível. Quem sabe imaginássemos um Serra ainda envolto por sua herança pré-64, verde presidente da UNE. Quem sabe o quiséssemos pronto para o debate limpo, ele defendendo o projeto de Brasil que de fato advoga, o Brasil neoliberal, livre das amarras da presença do Estado, que deve ser, nesse projeto, cada vez mais mínimo, que me desculpem a expressão pleonástica. Um Estado voltado a reprimir, o Estado do uso da força, aliás uma de suas propostas mais caras e claras.

Nossas ilusões, talvez, incluíssem, sem que o quiséssemos, a abolição da luta de classes. Esquecemo-nos de lições antigas. Aquelas que aprendemos no passado, e que a vida democrática, tão prezada por nós e que devemos prezar sempre, pode nos levar a esquecer. Vem de Marx, o velho e sempre atual Marx, a lição de que toda a história da humanidade é a história da luta de classes. E nós podemos dizer, com tranqüilidade, que ela está mais viva do que nunca. E o Brasil dessas eleições é uma evidência disso. Os campos se definem claramente, e agora o que antes poderia parecer um jogo civilizado, deixou de sê-lo, e isso desde o primeiro turno, sem que acordássemos devidamente para isso. Descambou para o que sem medo de errar podemos chamar, como o fazíamos antes, de ódio de classe. Um ódio que faz questão de mostrar a cara.

A campanha do Serra mergulhou atrás do ódio. Tentou plantar na sociedade brasileira pelos métodos mais sórdidos a semente do ódio. Até o bordão de que comunista come criancinha voltou quase que literalmente, para sacrificar a mulher no altar hediondo de um moralismo medieval, como disse num texto para o Terra Magazine. Não importa que tantas mulheres, milhares delas, morram por ano no País devido à falta de atendimento por conta de abortos feitos em condições miseráveis, aviltantes, que atentam contra a dignidade humana. Não importa que ele mesmo, Serra, tenha, como ministro da Saúde, determinado o atendimento a essas mulheres. Ele mente, ele nega, e ele não cora ao mentir. É só lembrar o caso de Paulo Preto, que ele nega hoje, e amanhã o acolhe, temeroso da ameaça pública que o seu auxiliar lhe fez. O senso comum o compararia a Pedro, que negou Cristo três vezes, ou a Judas, que traiu Cristo, como diz a tradição bíblica. Talvez mais, muito mais Judas, do que Pedro.

Nós não tínhamos o direito de nos iludir. Não tínhamos o direito de ignorar as leis da luta de classes, que aprendemos com tanto rigor anteriormente. Será que ao nos convertermos à democracia, e digo nos convertermos porque durante algum tempo muitos de nós, da esquerda, a víamos como algo tático, será que então pensamos nela como um solene baile de valsa? Como um teatro onde todos se respeitam? Uma democracia onde as regras são aceitas e cumpridas? Onde os projetos são tratados habermasianamente? Todas essas ilusões se firmaram, talvez, porque nem nós mesmos ainda alcançamos a dimensão, o significado do projeto político que estamos encabeçando no Brasil, a importância que ele tem para o povo brasileiro e para o mundo, especialmente para os povos dos países mais pobres, os povos do Sul da humanidade.

Seria possível imaginar que esse projeto era do agrado de todos? Será que não compreendemos que esse era um governo de esquerda para as condições do Brasil e do mundo? E por isso suscetível de gerar tanto ódio? Será que não tínhamos a dimensão de que forças internacionais torcem, e queiramos que seja só torcida, para que esse projeto seja derrotado? Será que não sabíamos que o projeto político que estamos levando à frente criou uma impressionante rede de solidariedade entre nós e a América do Sul, o Caribe, a África, a Ásia? E que isso não pode agradar aos EUA? Será que um projeto que distribui renda como nós o fizemos, a maior distribuição de renda de toda a nossa história, ia ser tratado com punhos de renda pela direita brasileira?

O ódio deles tem razão de ser. E os métodos deles, é lamentável dizer isso, tinham de ser esperados por nós. Era previsto que eles agissem assim. Esperamos uma direita civilizada, ao contrário de tudo o que nos diz a nossa história. E digo isso não para afirmar qualquer coisa na linha de que deveríamos responder na mesma moeda. Se já tivéssemos compreendido isso desde o primeiro turno, deveríamos ter nos mobilizado, estimulado muito mais a nossa militância, deveríamos ter nos preparado para a hipótese do segundo turno, deveríamos também chamar para nós algumas teses caras à nossa juventude, tratado melhor os sonhos de tanta gente, que ainda quer ir além do que estamos fazendo, e ainda bem que há essa gente.

Temos poucos dias. Eles são decisivos. Estamos vivendo aqueles dias que condensam décadas. Aqueles dias que decidem o destino da Nação. O destino do povo brasileiro. Nossa inserção no mundo. Decide-se se o Brasil irá continuar a ser um protagonista central no mundo, um aliado fundamental dos países mais pobres, ou se voltará a ser vassalo dos grandes centros do capitalismo mundial, tal e qual o foi o governo demo-tucano, sob o professor Fernando Henrique Cardoso. Os militantes do PT, com sua vitalidade, seus sonhos de sempre, têm que ganhar as ruas, como estão fazendo mais e mais nas últimas horas. E têm que chamar a todos os que têm compromissos com esse projeto, da esquerda ao centro, para que não descansem até a vitória. As pesquisas têm indicado uma consolidação da preferência do povo brasileiro, que tem amadurecido muito nos últimos anos. Isso, no entanto, não nos autoriza a descansar um minuto que seja. Afirmar a democracia no Brasil é lutar para que esse País continue a distribuir renda e a crescer, e isso só é possível com a vitória de Dilma. O povo brasileiro vencerá.

(*) Jornalista, escritor.

* Matéria copilada do site Carta Maior. (os grifos em negrito são meus).
Saúdo-os(as). Paz e Pão, Alex Prado.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A CHUVA DE BOATOS

Além dos boatos já mencionados, em texto anterior, sobre a a Liberdade de Culto Religioso, onde se dizia que a Dilma iria proibir os cultos nas repartições públicas (clique aqui), o tema do aborto e agora surge um que a Dilma é a favor da união entre homossexuais. O engraçado e que o José Serra também é a favor, destas uniões, e a confirmação é noticia na pagina da UOL (clique aqui) e também da página Revista Veja (clique aqui). O impressionante é que se discrimina a Dilma Russef e o mesmo não ocorre com o candidato José Serra!!! É a chamada mente seletiva.
Tem também a questão do aborto, onde se tenta criminalizar a Dilma onde se afirma que ela é a favor do aborto e irá colocar uma lei liberando tal procedimento. Só não explicam porque ela não fez  isso durante os sete anos e meio que esteve, como chefe da Casa Civil, no governo Lula.Vejam só, ela irá criar e já está sendo punida e o José Serra autorizou cirurgia de aborto pelo SUS (Sistema Único de Saúde) quando era Ministro da Saúde no Governo de FHC e isso a imprensa não divulga e muito menos alguns padres da igreja. Alias, alguns padres e pastores estão condenando a candidatura de Dilma e defendendo a candidatura do José Serra, só que escondendo os fatos ruim do José Serra e dando ênfase( aos fatos ruim) de Dilma. Estão (alguns padres e pastores) transformando o altar em palanque e a homilia em comício!!!
Esses padres deveriam mostra este vídeo, logo abaixo, com a voz do Padre Léo condenando o José Serra (quando Ministro da Saúde) e o Fernando Henrique por autorizarem os abortos em clínicas do SUS:

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          No último dia 25-10-2010, no Jornal da Record das 20:00h, também saiu esta entrevistas com duas ex-alunas de Monica Allende Serra (esposa de José Serra) onde elas denuncias que  a esposa de josé Serra teria confessando ter feito aborto. A ironia é que ela chamou a Dilam Russef de matadora de criançinha e ela matou a criança que seria sua filha(o). Vejam vídeo:
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Durante o debate da Band, o tema rolou e o José Serra confirmou que regulamentou (uma lei de 1940) e criou as Normas Técnicas para realização de algumas cirurgias de abortos em clínicas do SUS, veja vídeo abaixo:

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A questão do abroto, também, foi notícia neste endereços:
No Viomundo (Blog do Luiz Carlos Azenha - Jornalista da Record) :
Hipocrisia na campanha eleitoral: “Ela é a favor de matar criancinhas”

No Bol (Brasil ONLine):
Mulher de Serra teria feito aborto, dizem ex-alunas

OBSERVAÇÃO.: o interessante é que esta notícia não saiu nos jornais da Rede Globo.