sexta-feira, 15 de maio de 2020

A pandemia incide no ano mais importante da história da humanidade. Serão as próximas zoonoses gestadas no Brasil?


AutorLuiz Marques Edição de imagemRenan Garcia IlustraçãoDivulgação

O ano de 2020 será lembrado como o ano em que a pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2 precipitou uma ruptura maior no funcionamento das sociedades contemporâneas. Será provavelmente lembrado também como o momento de uma ruptura da qual nossas sociedades não mais se recuperaram completamente. Isso porque a atual pandemia intervém num momento em que três crises estruturais na relação entre as sociedades hegemônicas contemporâneas e o sistema Terra se reforçam reciprocamente, convergindo em direção a uma regressão econômica global, ainda que com eventuais surtos conjunturais de recuperação. Essas três crises são, como reiterado pela ciência, a emergência climática, a aniquilação em curso da biodiversidade e o adoecimento coletivo dos organismos, intoxicados pela indústria química.i Os impactos cada vez mais avassaladores decorrentes da sinergia entre essas três crises sistêmicas deixarão doravante as sociedades, mesmo as mais ricas, ainda mais desiguais e mais vulneráveis, menos aptas, portanto, a recuperar seu desempenho anterior. São justamente tais perdas parciais, cada vez mais frequentes, de funcionalidade na relação das sociedades com o meio ambiente que caracterizam essencialmente o processo de colapso socioambiental em curso (Homer-Dixon et al. 2015; Steffen et al. 2018; Marques 2015/2018 e 2020).

O ano da pandemia é o do mais crucial ponto de inflexão da história humana

quinta-feira, 7 de maio de 2020

VIETNÃ, NENHUMA MORTE POR COVID-19. Por Frei Betto



POR EQUIPE ULTRAJANO - MAIO 2, 2020

O Vietnã é, hoje, exemplo para o mundo de como enfrentar a pandemia. Com quase 96 milhões de habitantes e ocupando área pouco maior que a de Goiás, até 30 de abril não registrara uma única morte por Covid-19 entre os 270 infectados, dos quais 220 já tiveram alta hospitalar.

O isolamento social findou a 22 de abril, embora sejam mantidas medidas restritivas para bares, clubes, spas, teatros, centros esportivos etc. Estão proibidas reuniões com mais de 20 pessoas, e restaurantes e lanchonetes devem obedecer às diretrizes das autoridades locais.

sexta-feira, 17 de abril de 2020

O desastre da Saúde americana, por Andre Motta Araujo

Quem não tem seguro, se ficar doente e não tiver como pagar os absurdos custos dos médicos e hospitais MORRE NA CALÇADA, como estão morrendo milhares de atingidos por coronavírus


O desastre da Saúde americana

por Andre Motta Araujo

O País rico sonhado por tantos brasileiros que desconhecem as profundezas da sociedade americana e tem o Disneyworld como parâmetro desse País, tem uma chaga impressionante que é a ABSURDA AUSÊNCIA DE SAÚDE PÚBLICA nos Estados Unidos, aliás todo o sistema de saúde lá é sofrível e disfuncional.

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Cadeia alimentar global será “massivamente interrompida” pelo coronavírus

Multinacionais escrevem uma carta ao G7 e o G20, pedindo aos líderes que mantenham as fronteiras abertas do comércio e evitem a crise global de alimentos

Vietnã, o terceiro maior exportador de arroz, suspendeu os contratos após a crise - Foto: Nguyen Huy Kham / Reuters
Do The Guardian
Exclusivo: multinacionais escrevem uma carta ao G7 e o G20, pedindo aos líderes que mantenham as fronteiras abertas do comércio e evitem a crise global de alimentos



quarta-feira, 1 de abril de 2020

Na ditadura era bem pior

em 26 mar, 2019 16:36


O debate radicalizado desde a agressiva campanha eleitoral está botando o Brasil pelo avesso. Isso pode ser bom. Mesmo quando falta ao debate a necessária seriedade, honestidade e profundidade, é bom que se discuta de tudo, desde as constitucionais cláusulas pétreas às notícias mais estapafúrdias, quando não mentirosas.
Uma discussão recorrente é sobre a ditadura militar que atrasou o Brasil por 21 anos e cujo golpe que a instituiu será mais uma vez motivo de comemoração pelos militares, neste 31 de março, agora com autorização expressa do presidente da República, o capitão paraquedista Jair Bolsonaro.