domingo, 17 de junho de 2018

CRISE ARGENTINA ESCANCARA A TRAGÉDIA DA INCOMPETÊNCIA NEOLIBERAL E DESMENTE MAIS UMA VEZ O MITO DE QUE O PT QUEBROU O BRASIL.



(Do blog com equipe) - O pedido de penico da Argentina ao FMI, de 50 bilhões de dólares, uma situação impensável no governo Kirchner, que zerou o passivo do país com a instituição e diminuiu a dívida pública em dois terços, mostra o perigo de se entregar o país aos “analistas” do mercado, que só pensam em manipular investidores e promover a especulação, e em mentir descaradamente a serviço de uma mídia mendaz e hipócrita, na televisão e em outros meios de comunicação.

Quando Nestor Kirchner subiu ao poder, depois do desastroso governo austericida e conservador - na economia - de Fernando De La Rúa, as reservas internacionais argentinas eram de 14 bilhões de dólares e a relação dívida pública-PIB de 135% - uma das mais altas do mundo.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Ditadura e a maluquice dos intervencionistas

 

Por Emílio Rodriguez e Guilherme Silva, no site Jornalistas Livres:

Andar com uma bandeira do Brasil não te faz patriota, pois defender o Brasil é lutar para preservar nossas riquezas, nosso patrimônio, lutar contra a privatização, lutar pela redução da desigualdade entre os brasileiros e por uma vida digna para todos.

Há dois anos os intervencionistas estavam nas ruas pedindo a subida de Temer ao poder e agora dizem na maior cara de pau que querem limpar o país da corrupção. Eles são responsáveis pelo golpe, pela destruição de direitos do povo, venda do nosso patrimônio, aumento da desigualdade, ou seja, pela destruição de nosso país.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

A resistência dos professores

por Karla Monteiro — publicado 04/06/2018 00h20, última modificação 30/05/2018 18h36

A Conferência Nacional Popular da Educação, realizada em Belo Horizonte, busca ser uma resposta ao desmonte do ensino

Caminhada pelas ruas de BH abriu o evento
Corria o ano de 1988. Depois de duas décadas de silêncio, o Brasil ouvia o barulho das mobilizações populares, com os diversos setores organizados em torno do debate constitucional. Naqueles dias de efervescência política, trabalhadores da educação iniciaram a luta pela inclusão na nova Constituição, promulgada em outubro, do Fórum Nacional da Educação, espaço permanente de diálogo entre a sociedade e o governo.

O FNE só sairia do papel 22 anos depois, em 2010, durante o segundo governo Lula, com a realização da primeira Conferência Nacional de Educação. Durou pouco. Depois do impeachment de Dilma Rousseff em 2016, o debate público foi ignorado e prevaleceu unicamente o interesse dos empresários do setor.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

INFLUÊNCIA DOS POVOS NA CULTURA BRASILEIRA

Por: Antônio Carlos Vieira

Falta de conhecimento ou discriminação!

Nos livros didáticos consta que a formação do povo brasileiro se deu por influência do negro (nativo africano) do índio (nativo americano) e dos portugueses. Posteriormente vieram se somar a nossa populção: alemães, espanhóis, holandeses, poloneses, italianos, japoneses, coreanos, etc.

A impressão que fica é que a influência dos nativos americanos (índios) e nativos africanos (negros) foi menor por se tratar de apenas dois povos!. 

Esta impressão é reforçada pelos grandes meios de comunicação que mostram nossos nativos e os africanos de forma homogênea. Os índios são mostrados como fossem iguais em todo o território nacional e os negros como se tivessem vindo de um único país com uma única cultura.

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Criminalidade e a falsa consciência do mundo

Imagem: Cidade de Deus/Divulgação

No dia 12 de maio de 2018 uma policial militar reagiu a um assalto que culminou na morte de um ladrão. O assaltante pretendeu efetuar o crime em frente à uma escola, e com arma em punho colocou em risco a vida de crianças que estavam de saída. Não sabemos quais as consequências da tentativa do criminoso se a policial militar não tivesse reagido daquela forma, não sabemos se o rapaz iria efetuar um disparo em alguém, mas sabemos que em um ato de legítima defesa foi possível evitar uma tragédia maior.

Digo tragédia maior porque qualquer pessoa que valorize a dignidade da pessoa humana, independente de quem seja, não contempla o assassinato de um infrator como o suprassumo da justiça.

terça-feira, 22 de maio de 2018

AS INFORMAÇÕES NOS LIVROS DIDÁTICOS


Por Antônio Carlos Vieira

Atualmente os livros didáticos nas escolas públicas são comprados pelo governo, para uso dos alunos ou para serem colocados nas bibliotecas, e fiquei imaginando como são escolhidos esses livros. Em algumas escolas existem as chamadas Reuniões Pedagógicas onde os professores reunidos dão sugestões para compras dos livros didáticos. Só que neste uso do livro didáticos é bom observarmos alguns problemas:

Nem sempre o governo respeita essas indicações feita pelos professores para compra deste livros e quando respeita esses livros nem sempre chegam em tempo hábil para o ano letivo para o qual são adquiridos. Isso compromete o ano letivo;

Quando esses livros são comprados em licitações onde apenas uma Editora é escolhida, o livro comprado é usado em toda a Rede Pública de Ensino, como se as escolas e os alunos fossem iguais em todo o território nacional. Quando se fala em Educação a Distância, os livros são os mesmo para todo o território nacional e para todas os alunos em qualquer localidade deste imenso país. Fica a impressão que os costumes e a cultura deste pais são homogêneos;

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Falso discurso da Escola Sem Partido avança no Congresso

Para coordenador da Contee, projetos da Escola Sem Partido representam a nova Lei da Mordaça


Por João Batista da Silveira

Na terça-feira 8, o deputado Flavinho (PSC) apresentou o projeto da Escola Sem Partido (PL 7180/14) prevendo que cada sala de aula tenha um cartaz com seis deveres dos professores, entre os quais o primeiro é a proibição de que os docentes “cooptem” os estudantes para correntes políticas, ideológicas ou partidárias.

O projeto propõe, na verdade, a escola de partido único, porque proíbe o debate e a livre circulação de idéias nas salas de aula. Para muitos, trata-se de uma verdadeira “Lei da Mordaça”.

terça-feira, 15 de maio de 2018

Onde a escravidão persiste

por Deutsche Welle — publicado 13/05/2018 08h39
Lei Áurea chega aos 130 anos, mas existe pouco a celebrar no último país das Américas a abandonar a prática
Jantar na casa grande segundo Jean-Batiste Debret
Por José Antônio Lima
A Lei Áurea, que promoveu a abolição da escravidão no Brasil, chega aos 130 anos neste domingo (13/05). Mas há pouco a comemorar no último país das Américas a abandonar a prática. Além de continuar a verificar uma enorme desigualdade entre negros e brancos, recentemente o Brasil, que se notabilizou como exemplo do combate às formas modernas de escravidão, viu seu governo tentar retroceder uma luta civilizatória de mais de 20 anos.