quarta-feira, 16 de setembro de 2020

A história dos japoneses escravizados por portugueses e vendidos pelo mundo mais de 400 anos atrás

  Ana Paula Ramos

  • De Tóquio para BBC News Brasil
Ilustração de portugueses que atuavam no Japão, capitães de barcos de escravos


Em 1585, um menino japonês de oito anos de idade foi raptado e vendido como escravo a Rui Pérez, um comerciante português que atuava em Nagasaki. O menino, que ficou conhecido como Gaspar Fernandes, nasceu em Bungo (atual província de Oita, no sul do Japão) e foi o primeiro de cinco escravos asiáticos que Pérez adquiriria nos anos seguintes.

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Conversando comigo mesmo

Desde criança tenho o hábito de falar gesticulando, mas isso era e é considerado uma coisa normal. O que naquela época não era considerado normal era pensar alto (falar sozinho) e já na infância costumava pensar de como resolver as coisas gesticulando.

Algumas pessoas costumam tentar ridicularizar quem pensa em algum assunto gesticulando e fico imaginando o que elas acham das pessoas que conversam com elas mesmo. Isso mesmo a pessoas pensar e conversar consigo mesmo !

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

As dores que nos restam são as liberdades que nos faltam

 A educação deve ser vista como um meio de igualdade e de ascensão social e não um lugar de reprodução de privilégios


Redação, 25 de junho de 2018


A Declaração da III Conferência Regional da Educação Superior, aprovada dia 14 de junho na Universidade Nacional de Córdoba, nos convoca “a lutar por uma mudança radical por uma sociedade mais justa, democrática, igualitária e sustentável”. O encontro celebrou um século do movimento por reforma do ensino na Argentina, em que os estudantes proclamaram que “as dores que nos restam são as liberdades que nos faltam”. Pobreza, desigualdade, exclusão, injustiça e violência social são dores que existiam à época e que continuam existindo, constataram os participantes da conferência.

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

As informações Nos livros Didáticos IV

Os nativos selvagens


As cidades antigas encontradas no Novo Continente não abrangia a todas as civilizações existentes no continente. Somente nas regiões invadidas e saqueadas pela Espanha foram encontradas essas cidades e mesmo assim nem toda região controlada pela Espanha foram encontradas civilizações vivendo em cidades. As regiões oeste dos EUA e no extremo sul do continente (são exemplos a região onde fica Argentina, Paraguai, etc) não foram encontrado cidades.


Outras civilizações também vieram saquear o Novo Continente e podemos citar: França, Holanda, Inglaterra e Portugal.

A maior região em extensão onde não foram encontradas cidades é a parte da América do Sul onde hoje fica o Brasil, Venezuela, guianas e Argentina. O Brasil foi a colônia que foi invadida e saqueada pela civilização portuguesa e mais uma vez os livros de história falam na chegada da civilização deixando claro que foi um povo superior chegou ao Novo Mundo !

quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Sem educação, não há democracia; sem democracia, não há educação

 O impedimento à uma educação crítica e de qualidade serve perfeitamente aos propósitos dos detratores da democracia



Se há algo que democracia e educação têm em comum, além do fato de uma não prescindir da outra, de não existir em plenitude sem a outra, é a profunda ameaça que paira sobre ambas no Brasil atual. Combalida desde o golpe parlamentar-jurídico-midiático que derrubou a presidenta Dilma Rousseff em 2016, a democracia enfrentou mais um grave abalo nos últimos dias, com a negação do habeas corpus ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Supremo Tribunal Federal (STF), num julgamento que não só rasgou a Constituição Federal — em especial o inciso LVII do artigo 5º da Carta Magna, segundo o qual “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória” — como contribuiu para solapar o próprio Estado Democrático de Direito.

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

As informações nos livros didáticos III

A chegada da civilização

Uma das coisa que nunca é mostrado nos livros didáticos do ensino fundamental é a existência de vários sítios arqueológicos de dezenas de cidades que existiram no passado aqui no continente americano. No meu caso sequer ouvir falar até terminar o segundo grau a existência de cidades ou restos delas tão antigas quanto as cidades do antigo Egito.

Pirâmide próxima a cidade do México


As antigas cidades que existiam no continente americano se concentravam em sua grande maioria no lado oeste do continente acompanhando a Cordilheira dos Andes e em alguns países da América Central, com maior destaque para o México.

quinta-feira, 23 de julho de 2020

As informações nos livros didáticos II

A Guerra Fria

Com o passar do tempo as pessoas vão aprimorando os estudos e galgando mais altos níveis na carreira escolar e nessas passagens de níveis na carreira escolar as pessoas começam a descobrir que as informações que foram passadas nos anos anteriores foram passadas filtradas ou mesmo manipuladas.

Figura 01. Esse mapa é o padrão usado para mostrar possíveis ataques nucleares e rotas de viagens nos livros didáticos, jornais  e programas jornalísticos nas televisões.


Hoje as informações dos livros didáticos são encontradas em outras formas de divulgação e facilitando o acesso ao um maior número de pessoas. Como o decorrer do tempo tivemos o surgimento das rádios, televisões, computadores, discos gravados com livros e filmes digitais e com a chegada da internet foi facilitado o acesso livros e vídeos digitais. Com o surgimento dos aparelhos portáteis  o se tornou mais fácil  rápido e se conectam a internet a todo momento e em todo lugar as informações passaram a ser mais fáceis de serem manipuladas e também mais fáceis de serem interpretadas. O problema é que as facilidades de acesso em vez de fazerem as pessoas pensarem melhor está fazendo com que a maioria deixe de pensar.

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Os Abandonos das Escolas Públicas


Escola Mun. Sebrão sobrinho
Povoado Mundo Novo
Itabaiana - Sergipe
Sempre estamos acostumados ouvir falar do abandono das Escolas Públicas pelo Poder Público. Analisando as críticas parei para observar e notei que não existe uma estatística de quantas escolas existem abandonadas (se existem não são divulgadas) e os motivos por que tais fatos ocorrem. E o mais interessante é que este abandono nem sempre parte do poder público, existe uma parcela de colaboração e cumplicidade dos moradores e usuários destas escolas. 

Como eram as Escolas Públicas

O que vou descriminar aqui é a minha experiência de vida, ocorrida no Estado de Sergipe e não uma pesquisa científica efetuada para tal.

Na década de sessenta as escolas, principalmente da Zona Rural, eram geralmente escolas com duas salas de aula e que normalmente só funcionava uma sala de aula. Era raro o funcionamento destas escolas com duas salas de aulas