quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Educação de Supermercado III

Por Antônio Carlos Vieira

A Educação no Brasil se tornou uma mercadoria qualquer e a cada dia mostra exemplos que reforçam essa afirmação! Mesmo antes do advento da Internet, os nossos colégios, principalmente os colégios da Rede Privada, já se organizavam a vender a Educação como uma mercadoria em qualquer supermercado. Com a internet a semelhança entre a venda do que chamamos de educação e outra mercadoria qualquer ficou ainda mais consistente.

Vejamos alguns argumentos:

Atualmente as mercadorias são ofertadas pela internet e isso inclui as matriculas dos alunos para o ano seguinte. Pode-se alegar que as matriculas nas escolas somente são ofertadas no final do ano! Estranhamente é o período onde mais se faz oferta para venda de mercadoria e também é o período que mais se vende!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Educação de Supermercado II

  Por Antônio Carlos Vieira

          Fazendo a comparação entre o modelo de educação atual e venda de mercadoria,, na primeira parte, vimos algumas semelhanças nestas comparações, tais como: as chamadas promoções com aplicações de pacotes (clique aqui), as chamadas Avaliações que na realidade são Normas de Procedimento de como se deve trabalhar e ampliação da carga horária (os supermercados ampliaram o horário de trabalho abrindo aos domingos). Mas, ainda existem muitas coisas sendo feita fora das salas de aulas que influenciam ou mudam a maneira dos professores trabalhar que são muitos semelhantes a procedimentos utilizados nos Supermercados. Vamos analisar algumas:

Pesquisa de Satisfação do Consumidor

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Educação de Supermercado I

Por Antônio Carlos Vieira

Supermercado Boa Educação!!!
Onde se aprende melhor e mais barato.
Quando ainda era estudante a estrutura da educação pública e particular era muito diferente do que existe nos dias atuais. Naquela época só existia o chamado Ensino Regular. Alias, nem se usava esse nome, já que era o único modelo existente. Da época que era aluno, até o dia atual (26/10/2011), foram aparecendo algumas mudanças interessantes.

No início, quando algum aluno não estava no mesmos nível que os demais colegas da mesma série, como por exemplo: enquanto a maioria já sabia ler sem soletrar as palavras e algum aluno estava fora deste padrão, ele era aconselhado a fazer banca e ter uma atenção maior dos professores, para que no final do ano ele passasse a ler sem a necessidade de soletrar as palavras. É claro que naquela época não existia tantos alunos por sala de aula e os professores tinham tempo de corrigir individualmente cada atividade dos alunos. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Enquanto o 1% de cima tem 51%, os 50% de baixo só têm 1%

Para deixar ainda mais escandaloso o quadro, se fazemos as contas com os 10% mais ricos, veremos que eles acumulam 89% de toda a riqueza do mundo!

Michael Roberts *

Equivale a 1% da população mundial. São os adultos que pertencem ao grupo dos mais ricos do mundo, e que reúnem 51% da riqueza global. Do outro lado da pirâmide, os adultos que compõem a metade inferior do espectro social, possuem juntos apenas 1% dessa riqueza.

sábado, 3 de dezembro de 2016

A greve sem direito

A greve é vista pelo STF como atuação indesejada e não como um direito para recriar o direito e conferir melhoria da condição social dos trabalhadores.


Jorge Luiz Souto Maior, Valdete Souto Severo

Cumprindo o compromisso de realizar a “reforma trabalhista”, como assumido expressamente pelo Ministro Marco Aurélio na sessão do dia 14/09/16, e depois de já ter imposto retrocessos aos direitos dos trabalhadores em vários julgamentos recentes, o Supremo Tribunal Federal, no julgamento do RE 693.456, chegou ao resultado de declarar que o direito de greve não existe.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O país dos doutores !!!


Durante o governo de FHC houve um aumento de 16 mil novos doutores e mestres em nosso imenso Brasil. Durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva ocorreu a formação de doutores e mestres em número muito maior, mas estranhamente esse aumento no número de mestres e doutores não se refletiu em uma melhora perceptível em nossa sociedade.

Desde que entrei na universidade, argumento que um aumento no número de pessoas com formação universitária, mestrado e doutorado não implicaria em uma mudança intelectual ou mesmo social na nação brasileira. Da mesma maneira que em um pais rico não é certeza de não existirem miseráveis e pessoas marginalizadas.