Pelo menos metade dos professores brasileiros não recomenda a carreira docente aos mais jovens por considerá-la desvalorizada. Esse é um dos principais resultados da pesquisa “Profissão Docente”, iniciativa do Todos pela Educação e do Itaú Social, realizada pelo Ibope Inteligência, que buscou ouvir docentes sobre formação, trabalho e carreira.
"O que mais preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." Luther King_______
terça-feira, 31 de julho de 2018
Metade dos professores não indica carreira docente aos mais jovens
Professores acreditam ser fundamental investir em formação continuada e envolvê-los no processo de elaboração de políticas educacionais
segunda-feira, 30 de julho de 2018
BNCC significa demissão em massa de professores e educação para a desigualdade
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| “A BNCC promove um verdadeiro apartheid socioeducacional” (Foto: Guilherme Santos/Sul21) |
Por Helenir Aguiar Schürer (*)
No último dia 23, em pleno recesso escolar, o Ministério da Educação lançou uma convocatória para o “Dia D” da Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio (BNCC). O plano, entre o absurdo e o impraticável, é realizar uma consulta sobre o documento em 28 mil escolas do Brasil no dia 2 de agosto; uma semana depois do anúncio.
quinta-feira, 26 de julho de 2018
Por uma Rede da Legalidade Virtual
Por Joaquim Ernesto Palhares, no site Carta Maior:
Em poucos dias, estaremos em uma das eleições mais surrealistas da nossa história, com o principal candidato do povo atrás das grades, vítima de um golpe e de escancarada perseguição política; e com dois candidatos da direita que farão de tudo – apoiados pelo aparato midiático – para derrotar as candidaturas de esquerda.
Isolado pela Justiça e oculto pela imprensa, Lula irá esgotar todas as possibilidades de ser candidato em outubro próximo. A estratégia coincide com o desejo da maioria da população como mostram as pesquisas. Alguns ainda esperam que a Corte Suprema possa, em última instância, autorizar a participação de Lula nas eleições, mesmo que ele tenha, posteriormente, que se defrontar com o exame, no Plenário, da impugnação que seguramente será apresentada.
quinta-feira, 19 de julho de 2018
Mídia aposta na apatia política
Por Laurindo Lalo Leal Filho, na Revista do Brasil:
Segue animada a luta de partidos e candidatos por alguns segundos a mais no horário eleitoral obrigatório no rádio e na TV, a se iniciar em 31 de agosto. Há candidatos, como é o caso do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que apostam tudo nesse tipo de propaganda. É a sua última esperança de melhorar os índices de intenção de voto registrados até aqui por todas as pesquisas.
A expectativa, por certo, é que se repita o fenômeno das últimas eleições municipais realizadas em São Paulo, onde um candidato desconhecido recebeu uma cuidadosa embalagem de marketing e venceu as eleições no primeiro turno graças à TV – e ao desinteresse pela política, já que Doria perdeu para abstenções e brancos e nulos.
sexta-feira, 13 de julho de 2018
quinta-feira, 5 de julho de 2018
domingo, 1 de julho de 2018
A tragédia anunciada nas eleições de 2018
Por Marcos Verlaine, no site do Diap:
A quatro meses das eleições de outubro já é possível antecipar uma tragédia anunciada. A grande possibilidade de recorde de votos brancos, nulos e abstenções que poderão produzir muitíssimas surpresas desagradáveis no pleito. Da eleição para presidente da República, até deputados estaduais tudo pode acontecer. Inclusive o nada!
Explico: eleger candidato ou candidata que poderá, ao invés de ajudar resolver os problemas, aprofundá-los e/ou ampliá-los, reproduzindo as políticas do atual governo ou reeleger a maioria do atual Congresso. Só para ficar no plano federal.
quarta-feira, 27 de junho de 2018
RNBC: A transformação social pela leitura literária através de ações realizadas por várias mãos.
Quando voltamos os olhos mais atentos para a situação das periferias, vemos o quanto o abismo do acesso à leitura se aprofunda
Rafael Andrade / 25 de junho de 2018
Quando se fala em leitura literária, há uma idealização da ação: você deitado confortavelmente em alguma poltrona, um abajur ao lado para não cansar a vista, um café forte e quentinho para ir bebericando enquanto folheia os livros com um leve sorriso de prazer no rosto. Esta cena é quase uma pintura digna de emoldurar e colocar na sala de estar. Mas a realidade vai além disso, não afirmo que uma cena dessas não possa acontecer, mas, com o trabalho de dez anos nas bibliotecas comunitárias, a cena que se mostra é totalmente inversa a esta e requer um trabalho com múltiplos atores.
Muitas crianças chegam à adolescência sem ao menos ler ou até leem com muita dificuldade, como apontam dados do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), divulgados ainda no início deste ano. Apesar dos avanços na educação, o brasileiro só estará no nível educacional relacionado à leitura, comparado a países desenvolvidos, daqui a 260 anos. Isso pode estar relacionado a outro dado divulgado pelo Instituto Pró-Livro, na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil em 2016, em que 44% da população brasileira ainda não possui o hábito da leitura.
Quando se fala em leitura literária, há uma idealização da ação: você deitado confortavelmente em alguma poltrona, um abajur ao lado para não cansar a vista, um café forte e quentinho para ir bebericando enquanto folheia os livros com um leve sorriso de prazer no rosto. Esta cena é quase uma pintura digna de emoldurar e colocar na sala de estar. Mas a realidade vai além disso, não afirmo que uma cena dessas não possa acontecer, mas, com o trabalho de dez anos nas bibliotecas comunitárias, a cena que se mostra é totalmente inversa a esta e requer um trabalho com múltiplos atores.
Muitas crianças chegam à adolescência sem ao menos ler ou até leem com muita dificuldade, como apontam dados do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), divulgados ainda no início deste ano. Apesar dos avanços na educação, o brasileiro só estará no nível educacional relacionado à leitura, comparado a países desenvolvidos, daqui a 260 anos. Isso pode estar relacionado a outro dado divulgado pelo Instituto Pró-Livro, na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil em 2016, em que 44% da população brasileira ainda não possui o hábito da leitura.
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| A importância do incentivo à leitura desde cedo. Foto: Dany Praça da Rede de Leitura Sou de Minas integrante da RNBC |
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