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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

REFORMA TRABALHISTA SÓ AGRAVOU EMPREGO E RENDA

Após um ano da reforma trabalhista que aniquilou a CLT, as previsões catastróficas de especialistas foram confirmadas e a reforma, que retirou direitos fundamentais dos brasileiros, só serviu para agravar a crise do emprego e renda; atualmente, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 12,5 milhões de brasileiros estão desempregados e mais de 40 milhões, na informalidade. 

12 DE NOVEMBRO DE 2018 ÀS 05:12

Do Brasil de Fato - A reforma trabalhista do Governo Temer (MDB), que alterou mais de 200 pontos na CLT - conjunto de leis que protegia os direitos dos trabalhadores - completa um ano neste domingo (11).

domingo, 24 de junho de 2018

A guerra do Cade contra o emprego

por Rafael de Araújo Gomes* — publicado 21/06/2018 14h00, última modificação 21/06/2018 10h41

Não deveria o Cade vetar operações que causam prejuízo à concorrência? Não o faz graças à figura das 'eficiências econômicas'

Cade propõe a eliminação dos frentistas, o que acabaria com mais de meio milhão de empregos
No dia 29 de maio, em meio à greve dos caminhoneiros, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) lançou um estudo chamado “Repensando o setor de combustíveis: medidas pró-concorrência”. Entre as propostas do estudo, destinadas a “melhorar o mercado”, constou a seguinte: “permitir postos autosserviços”.

Segundo o Cade, “este sistema tende a reduzir custos com encargos trabalhistas com consequente redução do preço final ao consumidor”, e “a existência de uma forma mais eficiente do ponto de vista econômico... não pode ser barrada apenas porque desagrada alguns setores específicos da sociedade, em detrimento do bem-estar geral da sociedade”.

Em outras palavras, o que está propondo o Cade é a eliminação dos frentistas dos postos, medida que poderia acabar em definitivo com mais de meio milhão de empregos em todo o País.

sábado, 3 de junho de 2017

Dieese analisa impacto de ataque a direitos trabalhistas

Dieese avisa que medidas afetam drasticamente para pior as condições de vida e aprofundam a heterogeneidade, rotatividade e desigualdades já existentes

spbancarios.com.br


Brasília - O Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgou nota técnica sobre os impactos da reforma trabalhista do governo ilegítimo de Michel Temer sobre a classe trabalhadora do Brasil. Nela, afirma que “a lei do contrato temporário e da terceirização, ao contrário do que deveria, não garante a segurança jurídica tão almejada pelas empresas e poderá levar ao aumento de conflitos e à judicialização dessas formas de contratação, trazendo para os trabalhadores maior insegurança, instabilidade e precarização das condições de trabalho”.