por Róber Iturriet Ávila e Pedro Vellinho Corso Duval — publicado 06/04/2018 14h00, última modificação 06/04/2018 11h47
Nos dois momentos, o retorno do capital foi ameaçado, provocando rápida articulação entre grupos empresariais, midiáticos e setores da classe média
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| O eterno medo do comunismo |
As destituições presidenciais ocorridas em 1964 e em 2016 possuem distinções em termos de método, instrumento e velocidade. Um olhar mais cuidadoso, entretanto, é capaz de identificar nestes epifenômenos causalidades nos interesses políticos dos respectivos grupos sociais representados e contrários aos então presidentes.
Este breve texto, de forma simplificadora, busca quantificar e qualificar algumas dessas causas por meio da variação real do salário mínimo, da incidência tributária e das políticas sociais distributivistas interrompidas ou restringidas.
