segunda-feira, 8 de novembro de 2021

A temerária ostentação da nova classe

 O 0,1% camufla sua fortuna em paraísos fiscais, mas gosta, perigosamente, de exibir. Mansões, festas, estátuas e Forbes. Há sinais de que a apatia pode virar ira. Mas quais políticas podem transformá-la em redistribuição profunda de riquezas?

Publicado 04/11/2021 às 20:33 - Atualizado 04/11/2021 às 20:45




Por John FefferForeign Policy In Focus | Tradução: Victor Costa

Os ricos sempre alardearam sua riqueza. Raramente gostam apenas do sucesso financeiro, mas também querem ser notados.

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Quando brasileiras brancas descobrem na Europa que, com a brancura, não podem mobilizar privilégios

 

Moro na França há alguns anos. Também já morei na Itália e, além dos meus estudos sobre branquitude, convivo com brasileiras no exterior e tenho uma vasta experiência com as frustrações, queixas e crises de mulheres brancas, sobretudo das classes médias e altas. Eu observo pessoas brancas há muito tempo. Acho que comecei a refletir sobre elas ouvindo as histórias das mulheres da minha família que trabalhavam nas suas cozinhas, fazendas, em estreita relação com a branquitude brasileira. Então, não me faltaram relatos sobre como se comportavam, pensavam, diziam e se relacionavam, sobretudo com os seus iguais e o seu Outro (negros e negras). 

Vamos ficar iguais aos estadunidenses?

Por Marcos Coimbra, no site Brasil-247:


Temos que prestar atenção ao que está acontecendo nos EUA.


Os Estados Unidos, que já foram o símbolo da democracia moderna, são, hoje, o país onde a deterioração democrática está mais avançada.


Chegaram a um ponto que parece sem retorno.


A possível volta de Trump à Presidência, daqui a três anos, será o fim de tudo (ele lidera as primeiras pesquisas a respeito da eleição de 2024).


Estamos nesse caminho, em um lugar desconhecido. Perto ou ainda distantes?


O certo é que, se Bolsonaro fosse vencer a próxima eleição, estaríamos muito, muito perto dos americanos.


Mas a distância em relação a essa catástrofe pode não ser grande, caso a vitória de Lula venha com margem estreita.

terça-feira, 12 de outubro de 2021

Por que você fala assim?

O "R" caipira do interior de SP, MT, MG, PR e SC deve-se aos indígenas que aqui moravam não conseguiam falar o "R" dos portugueses, não havia o som dessa letra em muitos dos mais de 1200 idiomas da região.

Então na tentativa de se pronunciar o R, acabou-se criando essa jabuticaba brasileira, que não existe em Portugal. A isso também se deve o fato de muitas pessoas até hoje em dia trocarem L por R, como em farta (falta) e frecha (flecha).

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Pane do Facebook revela a exclusão digital




Por Cezar Xavier, no site da CTB:

A jornalista Renata Mielli explica que os mecanismos de monopólio estabelecidos entre operadoras de celulares e plataformas da “família Facebook” evidenciaram a exclusão digital dos brasileiros que só podem pagar por pacotes de dados que incluem Facebook, Instagram e WhatsApp.

O incidente com a “família Facebook” de aplicativos e provedores mostrou de forma explícita os diversos perigos de haver um monopólio privado - proprietário de três dos maiores serviços de trocas comunicacionais e simbólicas na internet -, deixando bilhões de pessoas no mundo sem o principal mecanismo de comunicação que têm. Esta é a constatação da jornalista e pesquisadora de Comunicação, Renata Mielli.

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

As informações nos livros didáticos XI

 Saída dos holandeses do Brasil


Um dos fatos estudados em nossas escolas na disciplina de História é a famosa expulsão dos holandeses do Brasil, mais especificamente da Região Nordeste do Brasil.

A Insurreição Pernambucana: um dos mais importantes momentos da expulsão dos holandeses.


É contado os fatos da Batalha no Monte de Guararapes  no que se chamou Insurreição Pernambucana e nessa expulsão é contado a participação de três personagens que lideraram  a revolta contraa os holandeses, mais especificamente a companhia da Índias Ocidentais, que foram : os senhores de engenho João Fernandes Vieira e André Vidal de Negreiros, o índio Filipe Camarão, e o negro Henrique Dias. 

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

FORAM-SE AS RIQUEZAS E O ESTADO, É A VEZ DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

 

“Tal o Brasil sentado junto às margens
                                               Do verde oceano que seus pés lhe beija,
                                               E recostado sobre o alto Ande
                                               Que além nos ares, pelo céu flameja.
                                               Vestido desse manto lindo e belo
                                               Que nunca o frio inverno desbotou:
                                               Bordado dos diamantes, do ouro fino,
                                               Das lindas flores com que Deus ornou.
                                               Deixa-os entrar nos bosques gigantescos;
                                               Deixa-os gozar dos puros céus de anil;
                                               Deixa-os fruir de todas as riquezas,
                                               Que o mundo antigo inveja do Brasil”.

                                               (Castro Alves, Poema, composto aos 14 anos).

Pedro Augusto Pinho*

Na poesia que encima este artigo, recitada pelo aluno Antônio de Castro Alves, em 3 de julho de 1861, no Ginásio Bahiano do Barão de Macaúbas (Abílio César Borges), em Salvador (Bahia), se vê este tão difundido orgulho das riquezas nacionais: a verde mata, as minas, as águas e um clima e terra, onde se plantando tudo floresceria.