Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Livros. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de julho de 2020

As informações nos livros didáticos II

A Guerra Fria

Com o passar do tempo as pessoas vão aprimorando os estudos e galgando mais altos níveis na carreira escolar e nessas passagens de níveis na carreira escolar as pessoas começam a descobrir que as informações que foram passadas nos anos anteriores foram passadas filtradas ou mesmo manipuladas.

Figura 01. Esse mapa é o padrão usado para mostrar possíveis ataques nucleares e rotas de viagens nos livros didáticos, jornais  e programas jornalísticos nas televisões.


Hoje as informações dos livros didáticos são encontradas em outras formas de divulgação e facilitando o acesso ao um maior número de pessoas. Como o decorrer do tempo tivemos o surgimento das rádios, televisões, computadores, discos gravados com livros e filmes digitais. Com a chegada da internet foi facilitado o acesso livros e vídeos digitais. Com o surgimento dos aparelhos portáteis  que se tornou mais fácil e rápido se conectar com a internet a todo momento e em todo lugar, as informações passaram a ser mais fáceis de serem manipuladas e também mais fáceis de serem interpretadas. O problema é que as facilidades de acesso em vez de fazerem as pessoas pensarem melhor está fazendo com que a maioria, das pessoas, deixe de pensar.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

A IMPORTÂNCIA DE LER



Postagem original: DEBATENDO A EDUCAÇÃO

sábado, 24 de agosto de 2019

PORQUE AINDA ACREDITO NA IMPORTÂNCIA DA BIBLIOTECA E NA POSSE DA PALAVRA

Considerações sobre os parâmetros descritos no projeto de lei 9484/18 para assegurar que a biblioteca cumpra sua função social: formar leitor@s
Christine Castilho Fontelles / 23 de agosto de 2019 / 292


Ler a coluna da jornalista Eliane Brum não é para @s frac@s, como se diz por aí. Se você ainda não leu, reforço o convite. É um exercício fundamental de reorganização das ideias e das certezas, em especial a falsa ideia e certeza acerca da humanidade que habita em nós, entendendo por humanidade a capacidade de sentir e promover empatia, alteridade, acolher, coexistir, respeitar, cuidar, amar todas as vidas. O estilo de seus textos, conhecido como jornalismo literário, promove uma experiência de empatia incomum ou impossível no jornalismo tradicional.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

DÉCADENCE SANS ÉLÉGANCE

A queda livre do mercado editorial e cultural no Brasil dos brasileiros

O agradável endereço da Livraria Cultura, no centro do Rio, já não existe mais. Do lado de fora, há apenas entulhos, caixas, pedaços de objetos não identificados (por mim, pelo menos)… Em suma, lixo. No meio dos detritos, dois ou três moradores de rua encostam seus pertences e dormem. Seres humanos, como eu e você, dormindo em meio ao descartável.

A Livraria Cultura ocupava o prédio do antigo Cine Vitória. Foto: Blog Mari Assmann
Antes da Livraria Cultura assumir o prédio, o local abrigou o Cine Vitória, uma das salas de cinema ricamente frequentadas na região da Cinelândia. Durante as décadas de 1940 e 1950, era comum ver um público “classudo” e elegante nas arrojadas salas do Vitória, anunciado nos jornais e revistas da época como um cinema novo e amplo.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

RNBC: A transformação social pela leitura literária através de ações realizadas por várias mãos.

Quando voltamos os olhos mais atentos para a situação das periferias, vemos o quanto o abismo do acesso à leitura se aprofunda

Rafael Andrade / 25 de junho de 2018

Quando se fala em leitura literária, há uma idealização da ação: você deitado confortavelmente em alguma poltrona, um abajur ao lado para não cansar a vista, um café forte e quentinho para ir bebericando enquanto folheia os livros com um leve sorriso de prazer no rosto. Esta cena é quase uma pintura digna de emoldurar e colocar na sala de estar. Mas a realidade vai além disso, não afirmo que uma cena dessas não possa acontecer, mas, com o trabalho de dez anos nas bibliotecas comunitárias, a cena que se mostra é totalmente inversa a esta e requer um trabalho com múltiplos atores.

Muitas crianças chegam à adolescência sem ao menos ler ou até leem com muita dificuldade, como apontam dados do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), divulgados ainda no início deste ano. Apesar dos avanços na educação, o brasileiro só estará no nível educacional relacionado à leitura, comparado a países desenvolvidos, daqui a 260 anos. Isso pode estar relacionado a outro dado divulgado pelo Instituto Pró-Livro, na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil em 2016, em que 44% da população brasileira ainda não possui o hábito da leitura.

A importância do incentivo à leitura desde cedo. Foto:
Dany Praça da Rede de Leitura Sou de Minas integrante da RNBC

terça-feira, 22 de maio de 2018

AS INFORMAÇÕES NOS LIVROS DIDÁTICOS


Por Antônio Carlos Vieira

Atualmente os livros didáticos nas escolas públicas são comprados pelo governo, para uso dos alunos ou para serem colocados nas bibliotecas, e fiquei imaginando como são escolhidos esses livros. Em algumas escolas existem as chamadas Reuniões Pedagógicas onde os professores reunidos dão sugestões para compras dos livros didáticos. Só que neste uso do livro didáticos é bom observarmos alguns problemas:

Nem sempre o governo respeita essas indicações feita pelos professores para compra deste livros e quando respeita esses livros nem sempre chegam em tempo hábil para o ano letivo para o qual são adquiridos. Isso compromete o ano letivo;

Quando esses livros são comprados em licitações onde apenas uma Editora é escolhida, o livro comprado é usado em toda a Rede Pública de Ensino, como se as escolas e os alunos fossem iguais em todo o território nacional. Quando se fala em Educação a Distância, os livros são os mesmo para todo o território nacional e para todas os alunos em qualquer localidade deste imenso país. Fica a impressão que os costumes e a cultura deste pais são homogêneos;