"O que mais preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." Luther King_______
sábado, 26 de março de 2022
A importância das artes na educação
terça-feira, 8 de março de 2022
A guerra e o parto da nova ordem mundial
sexta-feira, 7 de janeiro de 2022
Mundo-3: os novos ventos na América Latina
| Derrubada (1960), Portinari |
Mundo-2: neofascismo e ultraneoliberalismo
| Família (1935), Portinari |
Mundo-1: pandemia, desigualdade e resistência
terça-feira, 14 de dezembro de 2021
Pedro Monzón: 'A revolução cubana é o povo'
| Cena emblemática do filme de Coppola: um bolo com desenho da ilha sendo repartido entre chefes mafiosos. Foto: arquivo GMB |
segunda-feira, 8 de novembro de 2021
A temerária ostentação da nova classe
O 0,1% camufla sua fortuna em paraísos fiscais, mas gosta, perigosamente, de exibir. Mansões, festas, estátuas e Forbes. Há sinais de que a apatia pode virar ira. Mas quais políticas podem transformá-la em redistribuição profunda de riquezas?
Publicado 04/11/2021 às 20:33 - Atualizado 04/11/2021 às 20:45
Por John Feffer, Foreign Policy In Focus | Tradução: Victor Costa
Os ricos sempre alardearam sua riqueza. Raramente gostam apenas do sucesso financeiro, mas também querem ser notados.
segunda-feira, 25 de outubro de 2021
Quando brasileiras brancas descobrem na Europa que, com a brancura, não podem mobilizar privilégios
Moro na França há alguns anos. Também já morei na Itália e, além dos meus estudos sobre branquitude, convivo com brasileiras no exterior e tenho uma vasta experiência com as frustrações, queixas e crises de mulheres brancas, sobretudo das classes médias e altas. Eu observo pessoas brancas há muito tempo. Acho que comecei a refletir sobre elas ouvindo as histórias das mulheres da minha família que trabalhavam nas suas cozinhas, fazendas, em estreita relação com a branquitude brasileira. Então, não me faltaram relatos sobre como se comportavam, pensavam, diziam e se relacionavam, sobretudo com os seus iguais e o seu Outro (negros e negras).


