Das mensagens que venho recebendo ultimamente, com os boatos que está em onda, um me chamou mais atenção, que é que a candidata Dilma Russef quer proibir a religião em repartições públicas. Em fiquei até impressionando, das pessoas em passar uma mensagem dessa, e retornei perguntando porque ela não proibiu (juntamente com o Lula) quando era ministra durante todo o governo em que esteve como Ministra da Casa Civil? Nenhuma das pessoas que me mandou mensagens me retornou a resposta da pergunta.
Mas, já que o assunto veio à tona, vamos fazer uma reflexão. Sou professor de Geografia e em certa ocasião me pediram para lecionar a Disciplina de Religião (faltava professor para a disciplina). Tá certo, pesquisei sobre o assunto, depois da segunda aula, a diretora do colégio me chamou dizendo que alguns alunos (Evangélicos) dizerem que eu não estava ensinando a rezar e sim, falando de diversas religiões. Na realidade me orientei para lecionar, a Disciplina de Religião, tentando mostrar aos alunos as diversas religiões com as semelhanças e diferenças existentes. Foi que percebi que todos os professores dessa disciplina não dão aulas de religião e sim aula de Cristianismo (que não é a mesma coisa). Cadê a democracia e liberdade de culto? Eles (alunos e diretoria) consideram liberdade de culto religioso só da religião dele (o Cristianismo).
Será que eles querem liberdade de culto religioso ou liberdade de professar a religião Cristã dentro das repartições públicas? Estou fazendo essa pergunta para saber se eles aceitariam um culto do Candomblé em tais repartições? Já vi em certa ocasião de se criar o maior escândalo porque um desses lideres do Candomblé (um infeliz professor de História) ter a ideia de querer fazer um culto religioso onde lecionava (colégio público). Onde está a tal liberdade de culto religioso?
É claro que você pode alegar que não se deve deixar se realizar cultos religiosos do Candomblé por se tratar de uma ceita. Mas, aí é onde reside o problema, uma das instituição responsável por essa boataria toda é justamente a Sociedade Brasileira Tradição, Família e Propriedade (TFP), fundada pelo Dr. Plínio Pimenta, em 1960. Umas dos objtivos desta instituição era justamente tentar acabar com o culto dos Evangélicos (na época se chamava Protestantes) e por justamente considerar as Igrejas Evangélicas ceitas religiosas.
Em um certo texto, aqui no meu blog, eu falava dos pedágios, no Estado de São Paulo, tendo como título “Rumo a Idade Média” (para ler clique aqui). Pelo visto, ainda nem saímos da Idade Média!!!!!
