A carta do autor da chacina de Campinas é um apanhado dos lugares comuns do pensamento de extrema-direita que tomou conta do Brasil nos últimos anos.
Manoel Olavo
Como professor de psicopatologia, sei que é questionável fazer afirmações categóricas sem examinar pessoalmente um paciente. Mas, no caso da recente chacina à sangue-frio de 12 pessoas em Campinas, arrisco-me a dizer algumas coisas, pois envolvem reflexões necessárias e urgentes sobre o adoecimento de nossa sociedade.
