domingo, 27 de dezembro de 2020

EDUCAÇÃO NÃO É COMPETIÇÃO

Cada vez mais aumenta o número de pessoas exigindo que se remunere os professores de acordo com que lecionam e que produzem mais. Todas as opiniões giram em torno de se remunerar os professores através de bônus e só teriam direito a aumento de salário os considerados com bom desempenho (produzem mais e melhor). E como saber qual o professor que trabalha melhor ou pior? Como saber o volume de trabalho do professor? Como saber se o atual professor está educando bem os seus alunos? Quais critérios a serem utilizados? 

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

A resiliência de Bolsonaro marca o fim do poder da mídia. E esta é uma má noticia.

Como se reorganizará o país? Graças à parceria Lava Jato-mídia, os partidos políticos foram destroçados. Graças à aliança MMS (mídia-mercado-STF), desde Michel Temer a representação sindical foi desmontada, os movimentos sociais criminalizados, os conselhos de participação desmontados, as associações empresariais industriais perderam relevância.
Por
 Luis Nassif - 14/12/2020


A resiliência de Jair Bolsonaro nas pesquisas de opinião é mais um capítulo decisivo do fim de uma era no mercado de informações: o poder dos grupos de mídia, o mais relevante ator do mercado de informações durante todo o século 20. Foram mais influentes do que as religiões, os partidos políticos, os sindicatos, as associações empresariais.

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Constitucionalmente iguais e educação !!!!

 Pela constituição brasileira, a educação é um direito de todos e um dever do Estado. Um estado para se manter como nação precisa educar seus cidadãos sobre as leis, direitos e deveres de cada um. Observando-se a constituição, encontramos nas leis a garantia que todos são iguais perante a lei. Tendo essas observações como verdadeiras, por que os cidadãos são educados de maneiras, com escolas e ensino de qualidades diferentes?


No Brasil existem as várias redes de Ensino Público (municipal, estadual e federal) e o chamado Ensino Particular ou Escola Particular.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

A EXTREMA-DIREITA, A QUARTA LEI DA ROBÓTICA E A DESINTELIGÊNCIA ARTIFICIAL..



(Da equipe do blog) - A primeira vez que a palavra robô (oriunda do vocábulo robota - trabalhador, em russo) foi utilizada, foi na estreia da peça R.U.R, do escritor tcheco Karel Capek, no dia 25 de janeiro de 1921.

Em 1950, Isaac Asimov publicou Eu, Robô, um clássico romance de ficção científica, em que enumerou as Três Leis da Robótica:

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Uma escola que produz analfabetos

 

Por Marcos Bagno, na revista Caros Amigos:

Da população brasileira, entre 15 e 64 anos, 75% é analfabeta funcional. São quase 110 milhões de pessoas. É o equivalente à soma das populações da Argentina, da Colômbia e da Venezuela. Trata-se da chamada “população potencialmente ativa”. E nossa população potencialmente ativa é composta em 75 por cento de analfabetos funcionais.

Quem é analfabeto funcional? Segundo a Unesco: “uma pessoa funcionalmente analfabeta é aquela que não pode participar de todas as atividades nas quais a alfabetização é requerida para uma atuação eficaz em seu grupo e comunidade, e que lhe permitem, também, continuar usando a leitura, a escrita e o cálculo a serviço de seu próprio desenvolvimento e do desenvolvimento de sua comunidade”.

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

As informações nos livros didáticos VII

Os países da parte de cima


Uma das coisas interessantes que às vezes vejo as pessoas falando (inclusive professores de geografia) é dizer que os países do Hemisfério Norte estão na parte de cima da Terra. Até mesmo em alguns programas de televisão já ouvir essa afirmação.

Quando ainda estudava, o que hoje se chama Ensino Fundamental, era comum se falar Hemisfério de Cima (o Norte) e era encontrado em alguns livros e citados até mesmo em alguns jornais. Mas não existe Hemisfério de Cima e de Baixo !

“A universidade não inclui o preto, periférico e trabalhador”

 por Victória Damasceno — publicado 26/03/2018 00h11, última modificação 23/03/2018 18h09


Wellington Lopes, estudante de Ciências Sociais em universidade pública, teme não concluir o curso após corte em bolsa de permanência

O estudante perdeu sua bolsa de auxílio à permanência e agora teme não conseguir concluir o curso
“É aquela fita né, pra gente sempre é mais difícil”. É desta forma que Wellington Lopes define a realidade da população negra, pobre e periférica nas universidades públicas do Brasil. Estudante da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS), o jovem de 21 anos saiu de Poá, no extremo leste de São Paulo, rumo a Paranaíba (MS) no início de 2015 para estudar Ciências Sociais.

O curso lhe deu a oportunidade de pensar a respeito de sua realidade, mas no momento de aplicar a inscrição no Sisu para disputar a vaga a escolha foi pragmática. “Eu não tinha ideia do que eu queria, só queria fazer qualquer coisa. Não importa o que eu fizesse, já seria algo gigantesco para a minha vida.”

terça-feira, 27 de outubro de 2020

As informações nos livros didáticos VI

As Entradas e as Bandeiras


Um dos assuntos que estudamos em História do Brasil foram as expedições chamadas de Entradas e Bandeiras. Nos livros didáticos, esses grupos de exploradores (eram conhecidos como sertanistas) são tratados como verdadeiros heróis, principalmente os Bandeirantes, como responsáveis pela expansão e colonização do território brasileiro.

Monumento em homenagem aos bandeirantes !

A participação das Entradas foram mais na colonização do território pertencente ao Brasil e partiam sempre da província baiana, já os chamados bandeirantes são chamados de heróis por expandirem o território além das fronteiras já pertencentes ao Brasil.