terça-feira, 17 de março de 2009

USO DE MÍDIAS EM SALA DE AULA

A cada dia os recursos eletrônicos invadem o nosso cotidiano. Mas, na educação esse cotidiano vem sendo mudado um pouco tardiamente. E como existisse uma resistência por parte dos professores em relação ao uso das novas tecnologias. Lembro-me da época que se distribuiu milhares de aparelhos de reprodução de vídeos e televisores, que foram utilizados muito pouco. Distribuíram tantos aparelhos e esqueceram que os professores precisam tempo e condições de material para produzir os vídeos que necessitam para serem utilizados em sala de aula.


Agora, com o advento do computador, os professores contam com uma ferramenta dá mais facilidade na criação de vídeos, áudios e criação e montagens para se fazer as aulas. Além, dessas facilidades, o governo está facilitando cada vez mais o acesso ao computador para que as condições sejam criadas para sua utilização.

Hoje (15/03/2009), criei meu primeiro vídeo para cumprimento de tarefa do Curso PROINESP pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Vejam a obra de arte abaixo:

segunda-feira, 2 de março de 2009

O PROFESSOR E A MAIS VALIA RELATIVA

Por Antônio Carlos Vieira

Recentemente a sociedade vem denunciando a má qualidade de ensino público e cobrando do estado uma postura em relação ao problema. O interessante é que o Estado, a sociedade e os meios de comunicação colocam como único e principal responsável pelo problema os professores. Mas, ninguém chegou paras os meios de comunicação para mostrar como o ensino público chegou a ficar do jeito que está.

Vamos pegar apenas dois aspectos (de vários) de como a estrutura de ensino vinha e vem sendo modificado para atender aos nossos alunos. Estou me referindo:
  1. carga horária das disciplinas e dos professores;
  2. a quantidade de alunos por sala de aula.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Defendendo o Brasil

          Recentemente fiz uma viagem para o interior, mas especificamente para Propriá(SE) , e passando por um desses acampamentos do MST, que ficam a beira das rodovias, me veio a lembrança de um acontecimento em sala de aula, no qual o assunto era População. Nesse texto se falava sobre conceito de nação, população, país, pátria, etc.
          No silêncio da aula, um aluno, daquele pertubador  lendo o texto na parte que falava sobre pátria, deu uma risada e perguntou: que dizer se o Brasil entrar em guerra nós brasileiros seriamos chamados a defender a pátria??
          Quem está lendo esses texto agora poderia perguntar: o que tem a ver um acampamento do MST com uma aula de Geografia? Muito simples! É que o aluno indagou o que ele iria defender no Brasil: mas professor, eu moro aqui na Terra Dura (Bairro Santa Maria- Aracaju-SE), as escolas não prestam, faltam professores, os postos de saúde geralmente não tem médicos, moro em uma casa que o terreno é de invasão e não tenho escritura, quando a polícia vem aqui é pra baixar a madeira. O que é que eu vou defender? É claro que o aluno fazia essas perguntas em um tom de deboche.
          Mas, passando em frente a esses acampamento, do MST, na BR 101, nas proximidades de Propriá(SE) observei que os mesmo não tem escolas, postos de saúde, não possui um pedaço de terra e em vez em quando estão invadindo alguma fazenda pra vê se conseguem tal intento e foi que eu lembrei de tal fato. Qual o motivo que esses pessoal teria pra defender o Brasil em caso de guerra conta uma outra nação?
          É bom lembrar que a constituição garante Educação, Saúde, direito a propriedade, etc,etc. Esses itens é o que transforma uma pessoa nascida no Brasil em um cidadão brasileiro. Se esses itens falta a pessoa isso quer dizer que tal pessoa não é um cidadão brasileiro, mesmo nascido no Brasil. Faltam-lhe os itens pra que seja um cidadão de fato. Essa pessoa teria motivos pra defender o Brasil? Quais?